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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Adoração da Cruz em Taizé

Testemunho de Taizé a propósito da oração nocturna de sexta-feira em Taizé:

«Na sexta-feira à noite, além da oração, fui colocar a cabeça na cruz, como te disse! Quando me dirigia para lá, pensava: "Que importancia tem este sinal, que não sinto nada de especial!" E fui andando durante mto tempo até lá chegar. No momento de me deslocar senti uma calma tremenda até colocar a cabeça. Foi então nesse momento que falei tudo que me ia na alma, e quando estava a falar com Jesus, tive uma sensação de que alguém me escutava com muita ternura. Ternura: foi o que senti de alguém que me escutava. Senti uma leveza!... Parece que alguém segurava a minha cabeça, sentia-a como se estivesse suspensa. Tive vontade de ficar lá muito mais tempo, mas estava tanta gente à espera, que me pareceu ouvir "Podes ir".»

fotos e testemunho gentilmente partilhado connosco por um anónimo. Obrigado :)

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Jovens MIC marcam presença no 70º aniversário de Taizé

Jovens MIC marcam presença no 70º aniversário da Comunidade Ecuménica de Taizé, na ousadia de crescer na Fé e renovar o mundo.

CONFIANÇA E ESPERANÇA NA PEREGRINAÇÃO A TAIZÉ
Tendo como lema “Sentir Esperança, mostrar Caridade, e seguir com Fé”, entre os dias 23 e 30 de Agosto de 2010, nós jovens MIC(Marianos da Imaculada Conceição) Balsamão, seguimos a luz do Senhor peregrinando a Taizé.
Como caminheiros percorremos para lá das fronteiras, fomos ao encontro e deixamo-nos encontrar. Neste caminho de conversão, encontramos abrigo e recarregamos as nossas energias em Burgos, Lourdes, Montpellier, Ars, Cluny.
Em Lourdes deixamo-nos transfigurar pela virgem Imaculada, entregamo-nos à oração que reacendeu a nossa chama rumo a Taizé.
Em Ars procuramos inspirar-nos no testemunho de João Maria Vianney, o Santo Cura de Ars, congregando-nos como outrora congregou em volta do altar, louvando o Senhor que é a luz neste nosso caminho.
Muito perto de Cluny fica a pequena aldeia de Taizé na qual existe uma comunidade monástica, que procura viver o carisma do ecumenismo, chegados aí, sentimos na comunidade reunida em oração, simples e humilde, os braços abertos de Deus, que a todos acolhe no seu amor de Pai.
Ir a Taizé é ir ao Encontro do outro, de nós mesmos e de Deus. Foi viver em comunhão e partilha com cerca de 4 mil jovens cristãos.
É reflectir o evangelho à luz do testemunho de S. João. É meditar a obra do criador na paz e harmonia da natureza. É ouvir “ouvir o silêncio”. É sentir-se pequeno face à grandiosidade da Cruz. É deixar-se tocar pelo testemunho do Ir. Roger. É abrir-se ao Serviço, no “washing up” e na recolha do lixo, ou limpeza de espaços. É gritar no “Oyak” (local de convívio) e rezar “Friden Friden” (Paz,Paz) nos três momentos de oração diária. É cantar “please go to bed” e esperar pelo “silence” vindo de fora.
Estar em Taizé é sentir-se convocado a cada badalada dos sinos e ir ao encontro de Cristo, que nos chama e envia a testemunhá-Lo.
É neste encontro que redescobrimos a presença de Deus na nossa vida e encontramos paz interior, a razão do nosso viver, esse novo impulso que nos faz partir e repartir.
Jovens MIC

quinta-feira, 11 de março de 2010

Taizé - Porto 02/10


Sim eu sei algum (muito) tempo após o prometido, mas por razões que me são alheias, não pode ser mais cedo, mas aqui deixo o meu humilde testemunho sobre este "grande" encontro.

Após este 2º encontro ibérico, e o 1º na nossa região, o que há a dizer, de certo, que o saldo foi muito positivo, é sempre reconfortante, ser acolhidos e acolher e também a partilha de experiências com as famílias...

Muitos dos que na mesma paróquia que eu foram acolhidos nunca tinha ido sentido a experiência Taizé, mas com o que viveram naqueles dias, ficaram com vontade de lá ir os outros como eu, ficamos com o mesmo entusiasmo mas no caso para voltar a visitar aquela aldeia...

Positivo o facto de agora conhecer também um pouco melhor o lado das pessoas que recebem, dos meios enormes envolvidos na idealização preparação e concretização, de um evento destes e desde já dou os meus parabéns a todos os que de uma maneira ou de outra contribuíram, para este evento claro que haverá coisas a melhorar aspectos a rever mas num contexto geral foi muito positivo.

É deste tipo de eventos, que precisamos para animar as nossas cidades, para demostrar que estamos presentes, que existem várias maneiras de expressar a fé, e principalmente de partilhar com os outros um pouco que seja o amor que nos une em volta do mesmo Deus.

Ficam então algumas fotos do encontro....






para mais fotos :




sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Polónia é já ali ao lado....

Agora de regresso a casa, e na altura em que começam a fazer os balanços, cabe-me escrever qualquer coisa sobre o encontro em Poznan.
Bem depois de 3 dias de viagem (sim porque a Polónia é já ali depois de Espanha, mais 3000 menos 3000km coisa pouca), o que se apodera de nós é mistura de sentimentos difícil de explicar, se por um lado o cansaço quase não te deixa raciocinar e eleva-te o pensamento para uma coisa tão trivial como possa ser uma cama fofinha, por outro lado, o saber onde vais ficar alojado qual a tua nova paróquia, ou se as pessoas que te acolhem são simpáticas, se os teus amigos irão ficar contigo, são as coisas principais que te movem naquele momento.
Depois do acolhimento, há sempre aquele momentos de expectativa, entre o apanhar o metro e tentar não falhar a nossa saída, e ir ao encontro da nova família, e descobrir que afinal até são boas pessoas, falam polaco é certo, e se é coisa que aprendi mais do que não confiar em alguém que fala uma língua esquisita não deves confiar em alguém que faz aqueles malabarismos todos com a língua para tentar dizer algo como os polacos, é que não se apanha uma, não dão uma para a caixa, e depois ainda existem umas histórias que não são para aqui chamadas que envolvem um tal de Rui e umas curvas que não vou explorar aqui, (atenção isto é só brincadeira, os polacos são muito fixes, só com a particularidade de não se perceber nada do que eles dizes se falam em polaco), mas voltando ao que importa, depois de conheceres a família te ambientares na medida do possível, a um clima que no primeiro dia quase parecia de verão, (não nevava, fazia frio mas nada que já não tivesse cá em Portugal sentido), porque no fundo todos nos perguntávamos será que não vai nevar isto a nevar é que ia ser giro e tal, assim não tem piada, no segundo dia e após os grupos de partilha o São Pedro Polaco, lá nos fez a vontade, mas acho que foi daquelas coisas, tipo, AI VOÇES QUEREM NEVE, AAAHHHHHHH, ENTÃO VÃO TER NEVE ATÉ FARTAR E NÃO VÃO PEDIR NEVE EM PORTUGAL NOS PRÓXIMOS TEMPOS…. (quanto mais não seja porque a neve em Portugal é muito mais cara, na polónia é quase ao preço da chuva), e assim foi dito e feito neve até dar com um pau, mas verdade também seja dita aquela cidade com neve tem muito mais encanto…



Durante toda a semana os nossos dias resumiam-se á oração nas paróquias as 8.30, seguidos dos pequenos grupos, que são sempre altamente, mesmo que não falemos muito mas o simples ouvir e o aprender das experiencias dos outros enriquece muito, depois o almoço no MTP, workshops pela cidade, jantar por volta das 17.30 e depois oração da noite, chichi e cama. Tirando é claro o dia da passagem de ano que para além do normal todos temos uma oração na paróquias entre as 23.00 e as 00.00, seguida da Festa das Nações. Escusado será dizer que sempre que os portugueses se juntam á festa pela certa, mas ainda temos de comer alguma sopinha porque, (e eu pensava que tinha sido só na minha paróquia mas não pois no regresso ouvi também histórias de umas freiras filipinas, mas isso fica para quem as viu a dançar ao vivo, como só vi num vídeo, limito-me a admirar essas pessoas) existem alguns polacos que também são frescos, e destes há a destacar sem dúvida 3 irmão da ordem de S. Francisco que nos brindaram, com umas musicas que empolgavam qualquer um o nos punham a mexer e com uma genica assim claro que não há frio, e sem dúvida que a cereja no topo do bolo foi um bocadinho que Break-dance, que um dos irmãos nos brindou quase no fim da noite.
Mas um encontro nova cidade novas pessoas novas experiencias sempre com algo de novo que podemos trazer para o nosso dia-a-dia. A partilha que é feita entre os jovens por vezes nem é necessário chegarmos às palavras um simples sorriso basta um gesto simpático para com o outro o estarmos disponíveis e abertos para o outro, e claro o constatar que existe algo superior capaz de nos acolher a todos, que move pessoas de todos os cantos em torno Dele.
Fui e gostei, e vou tentar ir sempre que possa, e do mesmo modo também desafio todos o que possam ir todos os que tiverem curiosidade em saber como são, como vivem como é a sua fé, a irem também e deixarem-se levar por este grande amor que Cristo tem por nós.


PS. O próximo encontro será na Holanda em Roterdão, tal como foi avisado pelo Ir. Alois no encontro.
Fico á tua espera na próxima peregrinação, quanto mais cedo melhor e porque não já no Porto.
Em Breve enviarei mais fotos para mostrar um pouco da cidade, e do encontro.
Marco Silva

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Testemunho :: Jorge Mestre

Olá,
Antes demais, gostaria de dar os Parabéns a quem teve a ideia de transformar este blog, (que bem poderia ser usado para outra coisa qualquer), nesta tão bela oportunidade de partilhar um pouco de Taizé ao mundo cibernáutico.

O meu nome é Jorge Mestre, tenho 25 anos, e estive em Taizé por nove vezes.
Agora, que passaram muitos anos desde a primeira vez que fui, sou tentado a fazer uma comparação com o Taizé de Agora e com Aquele Taizé que conheci há já alguns anos a esta parte.
Muitas são as diferenças físicas que se podem observar, no entanto, a mensagem continua a mesma, para quem a quiser sentir e perceber.

E essa mensagem è só uma: Deus é Amor.

Aqui, aí...em Taizé (onde indiscutivelmente somos levados a sentir este mesmo Amor de forma mais forte)...é errado dizermos que existe um espírito de Taizé; tal como é errado acharmos que Taizé é um local excepcional para gozar aquelas tão merecidas férias de Verão...João Paulo II dizia que ir a Taizé é como beber um pouco de água e seguir de volta ao caminho; creio que esta comparação é o resumo de uma ida a Taizé.
A ideia é pegarmos naquilo que existe em Taizé...e leva-lo connosco, de forma a partilha-lo com aqueles que se cruzam no caminho.

O meu caminho, levou-me a Taizé; levou-me a conhecer imensas pessoas (algumas que fazem parte da minha vida actualmente) em Taizé, levou-me a acolher jovens no encontro de Taizé em Lisboa, a organizar um autocarro para o encontro de jovens em Bruxelas no ano passado, levou-me a organizar mais um Bus a Sevilha este ano, e leva-me agora um pouco mais longe.
Preparo-me para ir em Missão. Partirei para Timor já em Setembro, e levarei comigo esta bela mensagem que Taizé nos oferece.

Engraçado como sem darmos muito por isso, somos tentados em caminhar despreocupadamente neste caminho de imprevisibilidades cegas, que nos conduzem ao desconhecido, mas confiantes que mesmo na escuridão, existe uma luz que nos guia.

"Ama e di-lo com a tua vida" - São das palavras mais belas que Fr. Roger nos deixa no seu legado.

Jamais poderei esquecer o sorriso que me dirigiu um dia; é esse sorriso que guardo hoje, recorro e recorrerei a esta lembrança que estou certo me dará forças para transpor todos os obstáculos que encontrar aqui, em Timor, ou noutra parte qualquer do mundo.

Despeço-me agora com um grande abraço e com vontade que todos vós possam regressar a Taizé em breve.

O Amigo
Jorge Mestre

P.S. - Aproveito para publicitar que existe já uma organização de um autocarro aqui de Lisboa, para o próximo encontro de Taizé em Poznan.
(Rita Magalhães e Rui Reis)
Trata-se da Paróquia de S.Tomas de Aquino (local tradicional de oração com canticos de Taizé em Lisboa).
Estejam atentos ao Site de Taizé.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

ola! à alguns tempos que acompanho o blogue, mas só agora descobri que o meu colega Marco é uma das pessoas responsáveis por ele.

Eu sou a Joana Varela Santos, da Diocese de Portalegre-Castelo Branco, que fui a Taizé na mesma semana do que tu, e tive a oportunidade de ser uma Contact Person.

Apesar do trabalho que tivem adorei a experiência, e com toda a certeza dia 15 de Agosto, lá voltarei a fazer a viagem, para mais uma semana! Ainda mantenho contacto com vários amigos que lá fiz, de toda a parte do mundo, e isto é sem dúvida uma mais valia, para nos mantermos sempre interessados e entusiasmados.

Vou de novo com o meu grupo de jovens: http://gjfa.blogspot.com/ e espero vir de lá, tal e qual como o ano passado vim.
Assim: "Em Taizé as coisas são diferentes. A viagem faz sentido, mesmo que sejam 40horas. As orações três vezes ao dia unem-te a outras 4 mil pessoas de forma igual. A tua religião é tão importante como a dos outros. A comida, mesmo que má, satisfaz-te. O silêncio... o silêncio não se explica. A palavra igual, segue os seus sentidos nas mentes de todos. De maneira diferente, essa palavra, as suas consequências e reflexos fazem te pensar... Saimos de lá, água viva em esponjas. Agora vamos espalhá-la!!!"

Abraços e boa continuação de trabalho no blogue ;)

Joana Varela Santos

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Marco Silva (Taizé Bruxelas)

Olá,
eu sou o marco sou de Vilela fui a Bruxelas com a diocese do Porto.
Gostei muito do grupo da paroquia. Foi a minha primeira vez que participei num encontro de Taizé e a experiência é muito positiva.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Testemunho :: Liliana

Olá.
Sou a Liliana e sou de uma terrinha do Algarve, Aljezur.
Eu já vou a Taizé à 5 anos e não me aborrece a ir, cada vez que lá vou quero lá voltar.
Lá em Taizé encontro uma paz enorme dentro de mim, onde reflicto sobre a minha vida, sobre Deus e sobre a minha relação com os outros.

Taizé é algo de magico, podemos encontrar tantas crenças diferentes onde o objectivo é o mesmo, a reconciliação entre os povos. Deparamo-nos com jovens oriundos dos mais variados paises onde a língua, a cultura não é obstáculo. Todos estamos lá para o mesmo, para aprender com os outros, para orar, para viver experiências de comunidade, partilha e acima de tudo saber viver na simplicidade.
Para mim o ponto alto são mesmo as orações,é lindo ver todos os jovens catarem aquelas músicas nas mais variadas línguas.O Lago do Silêncio é um local de passagem assim como a Igreja de Taizé onde encontro um silêncio, em que se posso rezar, descansar,reflectir.

Sinto que em Taizé aprendo muito, pois lembro -me que a primeira vez que fui aqueles momentos passados foram tão fortes que continuei a ir.

No mundo de hoje onde o stress é demasiado Taizé é local de descanço e reencontro pessoal e com Deus, posso dizer que as vezes que não fui senti imensa falta de lá estar...Ir a Taizé para mim é como ir a fonte para matar a sede...Já la fiquei 2 semanas e espero um dia ficar mais tempo, pois essas duas semanas que lá estive foram muito fortes devido ao momento um pouco mais dificil que estava a viver na minha vida.

Também já fui a 2 encontros europeus de Perigrinação de Confiança sobre a Terra em Milão e em Genebra e foram maginficos.
A primeira vez que fui passar uma passagem de ano assim, nem sabia o que pensar, mas foi tão fixe que voltei...
Uma passagem de ano diferente em que rezamos e partilhamos em festa com outros povos a cultura do nosso povo, em que brincamos, rimos é lindo.
Taizé não é simplesmente um local é algo mais que só quem lá vai sabe o que vive.

Liliana